sábado, 9 de junho de 2007


Faz-se silêncio em mim. Faz-se silêncio na minha alma para que possa ouvir o coração. No entanto, o que ouço é emoção.
Falei e ninguém me ouviu, por isso calei-me. Gritei, um grito surdo por onde me saíram lágrimas e desespero, mas não obtive qualquer resposta.
Como posso acordar-te?
Para te trazer para a vida, tenho que sacrificar o amor que sinto por ti.
E eu ainda não tive coragem de o fazer.
Devo sair da tua vida, meu querido. Distanciar-me de ti para que possas cumprir o teu destino.
Mas eu não sei se alguma vez isso vai acontecer. Está tudo nas tuas mãos, e na intensidade do teu querer.
Eu não ocultei estas palavras...mas não as leste. Cada dia que passa provoco-te mais, incomodo-te, tento fazer-te reagir, para que procures as tuas respostas. Para que quando as encontrasses eu pudesse fazer o que tem que ser feito, e enfim, ajudar-te.
Não há palavras que traduzam um destino. Só o amor pode fazê-lo.

Amo-te. Infinitamente.

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